Membros da Cúria, do governatorato e de instituições ligadas à Santa Sé celebram Jubileu com o Papa / Foto: L'Osservatore Romano

Membros da Cúria, do governatorato e de instituições ligadas à Santa Sé celebram Jubileu com o Papa / Foto: Reprodução CTV

No contexto do Ano da Misericórdia, o Papa Francisco celebrou nesta segunda-feira, 22, o Jubileu da Cúria Romana. O Santo Padre presidiu a Missa na Basílica de São Pedro no dia em que se celebra a cátedra desse apóstolo, primeiro Papa da Igreja católica.

A festa de hoje, segundo o Papa, reúne membros da Cúria, do governatorato e das instituições ligadas à Santa Sé para celebrar o Jubileu da Misericórdia como comunidade de serviço.

“Vós, quem dizeis que eu sou?”, essa pergunta de Jesus ressoa ainda hoje, disse Francisco. Uma pergunta cheia de amor do Cristo que convida a renovar a fé Nele, reconhecendo-O como Senhor da vida. “O nosso pensamento e o nosso olhar estejam fixos em Jesus Cristo, início e fim de toda ação da Igreja. (…) Ele é a ‘pedra’ sobre a qual devemos construir”.

ano-misericordia-noticiasAo professar essa fé em Jesus, o Papa lembrou à Cúria o dever de corresponder ao chamado de Deus, ou seja, aos pastores é pedido que tenham Ele mesmo como modelo, Aquele que sempre cuida do seu rebanho e vai atrás da ovelha perdida.

“Faz bem também a nós, chamados a sermos Pastores na Igreja, que a face de Deus, Bom Pastor, nos ilumine, nos purifique, nos transforme e nos reconstitua plenamente renovados à nossa missão. Que também nos nossos ambientes de trabalho possamos sentir, cultivar e praticar um forte sentido pastoral, antes de tudo para com as pessoas que encontramos todos os dias”.

Francisco pediu que Deus livre a Cúria Romana da tentação que a afasta dessa essência de sua missão. Ele convidou todos os presentes a redescobrir a beleza de professar a fé no Senhor Jesus, sem se esquecerem da misericórdia.

“A fidelidade ao ministério se conjuga bem com a misericórdia da qual queremos fazer experiência. Na Sagrada Escritura, fidelidade e misericórdia são um binômio inseparável (…) e justamente em sua reciprocidade e complementaridade se pode ver a presença do Bom Pastor”, concluiu o Papa.

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