Depois de alguns anos distante da mídia, a cantora católica Ziza Fernandes está de volta com o lançamento do mini álbum “Ep Segredos”, pela Gravadora Canção Nova. O novo trabalho já tem data de lançamento: dia 4 de janeiro, durante o Acampamento para as Famílias, promovido pela sede da Comunidade Canção Nova, aqui em Cachoeira Paulista (SP).
A cantora revela quais foram os trabalhos e projetos realizados por ela, nesse tempo, na música:

“Muitos!” afirma a cantora que diz ter a fama de ser hiperativa no meio musical. “Além de cantora sou musicoterapeuta, ou seja, busco estar envolvida no meio da arte”.

Segundo ela os trabalhos têm se dado de duas formas: “Como compositora e intérprete, em que me dedico a gravar e a cantar, procuro fazer duas coisas diferentes, como o trabalho com a banda, com uma sonoridade mais pop, para cantar em qualquer lugar que nos chamam; e outra forma é o “Show Mosaicos”, que venho apresentando durante esses últimos dois anos, buscando usar a forma acústica para teatros, utilizando a marcação, sendo assim um show diferenciado.”
A musicoterapeuta explica o caminho trilhado até chegar ao mais recente trabalho: “Baseado na concepção do ‘Show Mosaicos’ nós chegamos ao Ep “Segredos” [Gravadora Canção Nova], que tem uma sonoridade leve, quase que feminina. Uma forma serena que foi me envolvendo, até chegar ao disco. Pensava que, neste tempo da minha vida, principalmente na direção musical da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), não daria para trabalhar um disco inteiro com doze ou quinze faixas. Então busquei fazer algo reduzido, ou seja, um “Ep” [Extended Play], que não é um disco pequeno, mas também não é um álbum grande, mas sim um momento de passagem, como que dizendo: ‘Estou aqui, faz tempo que não apresento músicas inéditas, mas estou aqui!’. Um dos objetivos desse trabalho também é lançar o DVD em 2014, pois é o ano em que completo os meus 25 anos de ministério”.
Além das apresentações, Ziza Fernandes é professora e desenvolve um trabalho de formação em várias cidades. “Sou professora há quase 20 anos e desenvolvi o projeto ‘Oficina Viva’, que se trata de um projeto de formação musical integral para cantores, cuja duração é de dez meses. Ou seja, visito uma determinada cidade pelo período de dez meses consecutivos.”

“O Projeto ‘Oficina Viva’ acontece em várias capitais brasileiras, como Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Viajo para essas cidades todos os meses. É um projeto que eu amo, pois é um trabalho de formação e promoção da mentalidade dos novos artistas. Nessas formações, procuro provocar a responsabilidade artística, que ainda não é tão promovida nem conhecida no meio religioso católico,” destaca a missionária, que, neste tempo, também trabalhou como diretora artística da JMJ. “Este trabalho me proporcionou uma visão de responsabilidade internacional. Sinto, portanto, que, a partir desse trabalho, meu compromisso com a música, esta forma de arte, tem se dado em várias formas, com diversos trabalhos.”

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